Período de Origens

Outros viajantes do século XVI


Os viajantes eram pessoas de diversos tipos, que descreveram aspectos do Brasil, relatos de viagem, correspondência, memórias, diários, álbuns de desenhos. O material deixado por eles integra o conjunto da literatura de viagem, que se da pelos testemunhos e experiências vividas naquela época e elas ajudam a conhecer um pouco do Brasil nos séculos XVI e XIX .Existem mais de 260 obras, em várias línguas, onde os autores falam dos habitantes, vida social, usos e costumes, fauna, flora e outros aspectos da antiga colônia portuguesa, principalmente durante o século XIX, depois que Dom João VI decretou abertura dos portos brasileiros, em 1808. Com abertura dos portos houve um incremento da navegação e o consequente aumento da presença estrangeira no país. Existem mais de 260 obras, em várias línguas, onde os autores falam dos habitantes, vida social, usos e costumes, fauna, flora e outros aspectos da antiga colônia portuguesa, principalmente durante o século XIX, depois que Dom João VI decretou abertura dos portos brasileiros, em 1808. Com abertura dos portos houve um incremento da navegação e o consequente aumento da presença estrangeira no país. 
Principais documentos das literaturas

1. Carta do descobrimento (Pero Vaz de Caminha)

Foi escrita no ano de 1500 e publicada pela primeira vez em 1817 relata com detalhes relata com detalhes a chegada dos portugueses no Brasil, como foram os primeiros contatos destes com os indígenas e, a partir desta carta, podemos perceber as intenções portuguesas quanto à nova terra e o que seria dela depois de então. 


2. Tratado da terra do Brasil (Pero de Magalhães Gândavo)
Foi escrito por volta de 1570 e impresso pela primeira vez em 1826 o Tratado é uma peça de propaganda aos colonos em potencial, e também uma de estratégia militar: descreve o terreno e o inimigo. É uma ferramenta do imperialismo português, e essa visão não apenas invade e permeia uma obra literária: ela engendra e justifica uma obra utilitária.


3. História da Província de Santa Cruz, a que vulgarmente chamamos Brasil (Pero de Magalhães Gândavo)

Foi editado em 1576 contém em sua introdução o que podemos ler como uma denúncia, a de que passados 70 anos da descoberta do Brasil, ainda os portugueses não noticiavam seu feito. Contrariamente ao que vinham fazendo outros viajantes de potências rivais. O que pareceu ser uma estratégia consciente por parte da coroa portuguesa e do consórcio de banqueiros e comerciantes que sustentaram as grandes navegações, em manter aquela terra oculta ao olhar cobiçoso dos concorrentes: franceses, italianos, espanhóis, sobretudo.


4. Diálogo sobre a conversão dos gentios (Padre Manuel da Nóbrega) 
Foi escrito em 1557 e impresso em 1880, obra em que padre Manuel de Nóbrega explica como era o trabalho dos jesuítas na catequização do índio .


5. Tratado descritivo do Brasil (Gabriel Soares de Sousa):

Foi escrito em 1587 e impresso por volta de 1839, descreve como era o Brasil. 


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